ADRIANA FERREIRA GIL, aluna da pós-graduação Jardins e Paisagem
2012-2013
O
objetivo que tracei para a disciplina de Projeto em Jardins e Paisagem
foi o de estabelecer o conceito que presidiu à conceção do Jardim da Fundação
Calouste Gulbenkian, porque me interessou refletir sobre a forma como se
conduzem quaisquer medidas de salvaguarda, requalificação ou recuperação do
jardim, e porque se considerou a definição do conceito um aspeto fundamental à
prossecução do seu carácter e mesmo da sua exaltação.
Integrado
no espaço da Fundação Calouste Gulbenkian, o jardim, recente, foi inaugurado em
1969, e na sua essência ainda mantém o seu traçado original. Algumas alterações
têm sido conduzidas ou pelo próprio autor do projeto, o professor Gonçalo
Ribeiro Telles, ou pelo atual coordenador da obra de requalificação, o
arquiteto paisagista João Mateus. No geral, essas alterações decorrem e devem
decorrer da evolução natural que se faz sentir no jardim e/ou da necessidade de
resposta a questões atuais, como por exemplo, a questão das acessibilidades.

Foi com o
arquiteto paisagista João Mateus que mantive o contacto, durante cerca de 3
meses, e foi com ele que se definiu e estabilizou o tema do trabalho. Diversas
pesquisas e a possibilidade de reunião com o professor Gonçalo Ribeiro Telles
concretizaram o desígnio. Da
aprendizagem adquirida pretendo prestar o meu contributo no que me seja
possível para garantir a preservação da identidade dos Jardins Históricos em
geral, importantes legados da nossa cultura e da nossa história.
JOÃO PEDRO JOAQUIM, aluno da
pós-graduação Jardins e Paisagem 2012-2013
No
âmbito do meu estágio de Projeto em Jardins e Paisagem no Instituto Nacional de
Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) trabalhei em conjunto com a direção
do mesmo instituto no sentido de elaborar um plano de salvaguarda e
aproveitamento do património paisagístico sob a sua guarda. O INIAV implanta-se
no local da antiga Estação Agronómica Nacional, que por sua vez havia já
ocupado a antiga Quinta de Cima do Marquês de Pombal.
Este espaço caracteriza-se por uma ímpar variedade
patrimonial, que compreende desde patrimonial natural, passando por património
pombalino, até ao património científico do século XX. Como consequência do
plano de ações apresentado fui convidado a assessorar a instituição tendo em
vista a sua implementação parcelada.
PATRICIA FOLGADO BARGADO, aluna da
pós-graduação Jardins e Paisagem 2012-2013
Para a cadeira do projeto
orientada pela professora Ana Duarte Rodrigues e em parceria com a Técnica do
Núcleo Ambiental, Susana Morais da empresa da Parques Sintra Monte da Lua,
foram elaborados sete percursos interpretativos para os Reais Jardins do Palácio
de Queluz.
Estes sete percursos, estão
focados para um público-alvo variado, apelando às diversas inteligências e
estimulando os vários sentidos, criando-se assim várias visitas personalizadas,
levando os visitantes a voltar atrás no tempo e a experienciar os jardins de
uma forma única, lúdica e divertida.
A escolha deste projeto foi
no âmbito de preencher uma necessidade eminente, devido a este património ter
entrado recentemente sobre a tutela da Parques Sintra Monte da Lua conciliada
com a minha experiência profissional como guia nesta mesma empresa.
VERA NOBRE DA COSTA, aluna da
pós-graduação Jardins e Paisagem 2011-2012
Para a unidade curricular obrigatória de Projeto da
Pós-graduação em Jardins e Paisagem, optei por fazer um levantamento monográfico
e fotográfico do Jardim Botânico da Ajuda e, a partir daí, elaborar um folheto
apelativo, que é distribuído com a compra de bilhete a quem visita o Jardim. A
vantagem deste tipo de trabalho é que ele pode viver para além da sua função de
avaliação académica, uma vez que foram impressos 10 000 exemplares que vão
sendo distribuídos durante alguns anos. Com a informação existente no folheto,
o visitante pode fazer uma visita ao Jardim, não só identificando os seus
elementos arquitetónicos e escultóricos mais importantes e espécies vegetais
mais raras, mas também aprendendo um pouco da sua história, desde o séc. XVIII
até à atualidade.